É tempo da Luz emanar de cada coração que busca um Mundo Pacífico e Amoroso, e de cada Nação que busca o mesmo. Aquilo que buscamos, devemos criar a partir das profundezas do nosso ser. Aquilo que buscamos deve se tornar um valor de suprema importância em nossos corações, para que possamos manifestá-lo em nossos relacionamentos com os outros e com o Divino.
Na presença da escuridão, temos a possibilidade de erguer a lâmpada que a Estátua da Liberdade ergue para os povos de todas as Nações. Podemos mantê-la em nossos corações como o desejo de não excluir ninguém do nosso Amor, e podemos mantê-la em nossas ações com os outros para que transmitamos Paz e não violência em nosso dia a dia, e não conflito ou separação.
A Lâmpada erguida ilumina o caminho para os outros. Ela nos diz que estamos dispostos a acolher a todos em nossos corações – aqueles que são como nós, aqueles que são diferentes de nós, aqueles que nunca conhecemos, aqueles cujas crenças são diferentes das nossas. Tal abertura é a necessidade do nosso tempo; ela não exclui e não é violenta. Ela neutraliza a força das trevas não pela aplicação de outra força que busca subjugar, mas pela suave infusão de Amor que pode penetrar aquilo que parece sólido e implacável.
Quem pode carregar essa Lâmpada de Acolhimento? Cada um de nós pode. Carregamos essa Lâmpada por meio da nossa capacidade de acreditar na nossa própria força e na nossa própria capacidade de amar. Carregamos essa Lâmpada ao compreendermos que não estamos aqui simplesmente para desfrutar dos prazeres da vida, mas para ajudar a aliviar o sofrimento do mundo.
Esse sofrimento é imenso. É muito real. E é a Luz do nosso Amor, individual e coletivamente, que pode aliviar esse sofrimento. Que nossos corações estejam abertos para serem uma Lâmpada que ilumina o caminho para os outros. E que, por meio dessa Luz, possamos ver e sentir a realidade da Presença de Deus conosco.
Tradução: Regina Drumond
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