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“DESAFIOS DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES DE HOJE:
COMO EMPODERÁ-LOS NA ORGANIZAÇÃO DE SUA PRÓPRIA ENERGIA”


As crianças de hoje encaram desafios significativos enquanto equilibram sua marcante inteligência multifacetada com as demandas da sociedade e estrutura familiar em constante e rápida transformação.

Nesta palestra será apresentado o Programa Lattice Logic™ - A Lógica da Malha para Crianças, o qual foi especialmente desenvolvido para ajudar a guiar e empoderar crianças e adolescentes em idade escolar na organização de sua própria energia, pensamentos e emoções, para que assim possam desenvolver relacionamentos mais saudáveis na escola, com os seus amigos e sua família.

Através de atividades lúdicas, com diversas atividades, contos, movimentos do Tai Chi, pintura, recorte e colagem eles são incentivados a explorar diferentes aspectos de sua realidade e familiarizar-se com a natureza energética de sua própria Malha de Energia.

O Programa é realizado através de 7 módulos com grupos de crianças e adolescentes de 7 a 12 anos em encontros com duração de 1h 30 minutos cada.

O último Módulo é destinado aos pais/responsáveis e ou educadores fornecendo-lhes ferramentas de apoio para que possam utilizar nas atividades em casa ou em sala de aula.

A Lattice Logic™ para Crianças emprega metodologias lúdicas as quais possibilitam o aprendizado de técnicas fáceis para administrar sua própria energia, tornando possível alcançar níveis mais elevados de equilíbrio e concentração, e assim serão capazes de desenvolver seu potencial com mais plenitude, respeito e consciência.

Vários benefícios vêm sendo relatados pelos participantes, pais e educadores, dentre eles destacam-se:
· Calma, autoconfiança, centramento;
· Harmonia e equilíbrio entre pensamentos, emoções e ações;
· Melhora da concentração, foco e raciocínio;
· Maior capacidade de aprendizagem;
· Melhora nos relacionamentos com amigos e familiares;
· Integração social;
· Desenvolvimento pessoal.

O despertar da consciência do equilíbrio interior apresenta-se como uma ferramenta útil, na qual a criança percebe um horizonte mais amplo e diferenciado para construir e desenvolver uma vida mais harmoniosa.

DEPOIMENTOS DE PARTICIPANTES:
Minha filha tem dormido melhor e está acordando mais disposta, observei melhora na concentração, e ela tem conseguido estudar por mais tempo sem as habituais interrupções. A Verônica é uma criança muito ativa e agitada e quando ela chegou em casa após o primeiro módulo, pude notar nitidamente a diferença em seu tom de voz, estava mais tranqüila e serena. Regina, mãe da Verônica de 10 anos.

Estou fazendo os exercícios que aprendi antes das provas e não fico mais ansiosa e nem tenho mais dor de estômago. Caroline, 11 anos

Observo uma melhora no comportamento dos meninos (refere-se às três crianças de 9, 10 e 12 anos que participaram do Programa), diminuição da agressividade, um maior interesse em aprender, e percebo também que estão desenvolvendo uma forma mais positiva com relação as suas dificuldades e medos. Obrigada por nos oferecer esse trabalho de vanguarda!

Beatriz, Psicóloga do Educandário de Menores de Esp. Sto do Pinhal, responsável pelas crianças residentes na Instituição

MAIS INFORMAÇÕES:
Danielle Felippe - Palestras e Cursos para Crianças
Naturóloga pela UNISUL e Terapeuta em Cromopuntura pelo Mandel InstitutPraticante Credenciada da EMF Balancing Technique® e Facilitadora da Lattice Logic™ para CriançasAtende crianças e adolescentes com Práticas Integrativas Complementares e uma abordagem baseada na totalidade do ser.
Telefones: (19) 9254 0207 (19) 3651 8075   E-mail: daniellefelippe@yahoo.com.br

Para cursos de Facilitadores, inscreva-se:
Silvia Fleury - 11 2157 7035 e 11 98429 7035
solaraemf@terra.com.br

 


 Ritalina, a droga legal que ameaça o futuro

 

 

 

Diário da Manhã
Roberto Amado
 
É uma situação comum. A criança dá trabalho, questiona muito, viaja nas suas fantasias, se desliga da realidade. Os pais se incomodam e levam ao médico, um psiquiatra talvez.  Ele não hesita: o diagnóstico é déficit de atenção (ou Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH) e indica ritalina para a criança.
O medicamento é uma bomba. Da família das anfetaminas, a ritalina, ou metilfenidato, tem o mesmo mecanismo de qualquer estimulante, inclusive a cocaína, aumentando a concentração de dopamina nas sinapses. A criança “sossega”: pára de viajar, de questionar e tem o comportamento zombie like, como a própria medicina define. Ou seja, vira zumbi — um robozinho sem emoções. É um alívio para os pais, claro, e também para os médicos. Por esse motivo a droga tem sido indicada indiscriminadamente nos consultórios da vida. A ponto de o Brasil ser o segundo país que mais consome ritalina no mundo, só perdendo para os EUA.
A situação é tão grave que inspirou a pediatra Maria Aparecida Affonso Moysés, professora titular do Departamento de Pediatria da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, a fazer uma declaração bombástica: “A gente corre o risco de fazer um genocídio do futuro”, disse ela em entrevista ao  Portal Unicamp. “Quem está sendo medicado são as crianças questionadoras, que não se submetem facilmente às regras, e aquelas que sonham, têm fantasias, utopias e que ‘viajam’. Com isso, o que está se abortando? São os questionamentos e as utopias. Só vivemos hoje num mundo diferente de mil  anos atrás porque muita gente questionou, sonhou e lutou por um mundo diferente e pelas utopias. Estamos dificultando, senão impedindo, a construção de futuros diferentes e mundos diferentes. E isso é terrível”, diz ela.
O fato, no entanto, é que o uso da ritalina reflete muito mais um problema cultural e social do que médico. A vida contemporânea, que envolve pais e mães num turbilhão de exigências profissionais, sociais e financeiras, não deixa espaço para a livre manifestação das crianças. Elas viram um problema até que cresçam. É preciso colocá-las na escola logo no primeiro ano de vida, preencher seus horários com “atividades”, diminuir ao máximo o tempo ocioso, e compensar de alguma forma a lacuna provocada pela ausência de espaços sociais e públicos. Já não há mais a rua para a criança conviver e exercer sua “criancice.
E se nada disso funcionar, a solução é enfiar ritalina goela abaixo. “Isso não quer dizer que a família seja culpada. É preciso orientá-la a lidar com essa criança. Fala-se muito que, se a criança não for tratada, vai se tornar uma dependente química ou delinquente. Nenhum dado permite dizer isso. Então não tem comprovação de que funciona. Ao contrário: não funciona. E o que está acontecendo é que o diagnóstico de TDAH está sendo feito em uma porcentagem muito grande de crianças, de forma indiscriminada”, diz a médica.
Mas os problemas não param por aí. A ritalina foi retirada do mercado recentemente, num movimento de especulação comum, normalmente atribuído ao interesse por aumentar o preço da medicação. E como é uma droga química que provoca dependência, as consequências foram dramáticas. “As famílias ficaram muito preocupadas e entraram em pânico, com medo de que os filhos ficassem sem esse fornecimento”, diz a médica. “Se a criança já desenvolveu dependência química, ela pode enfrentar a crise de abstinência. Também pode apresentar surtos de insônia, sonolência, piora na atenção e na cognição, surtos psicóticos, alucinações e correm o risco de cometer até o suicídio. São dados registrados no Food and Drug Administration (FDA)”.
Enquanto isso, a ritalina também entra no mercado dos jovens e das baladas. A medicação inibe o apetite e, portanto, promove emagrecimento. Além disso, oferece o efeito “estou podendo” — ou seja, dá a sensação de raciocínio rápido, capacidade de fazer várias atividades ao mesmo tempo, muito animação e estímulo sexual — ou, pelo menos, a impressão disso. “Não há ressaca ou qualquer efeito no dia seguinte e nem é preciso beber para ficar loucaça”, diz uma usuária da droga nas suas incursões noturnas às baladas de São Paulo. “Eu tomo logo umas duas e saio causando, beijando todo mundo, dançando o tempo todo, curtindo mesmo”, diz ela.
 
 Fonte Diário da Manhã

 

 

 
 

 

 

 

 
 
 
 
 
Escrito por wnd.com | 12 Dezembro 2013
Artigos - Ciência
 
“TDAH é o principal exemplo de uma doença fictícia”.
Essas foram as palavras de Leon Eisenberg, o “pai científico do TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade)”, em sua última entrevista antes de falecer.
 
Leon Eisenberg teve uma vida luxuosa com sua “doença fictícia”, graças às vendas de medicamentos. Coincidentemente, ele recebeu o “Prêmio Ruane para Pesquisas Psiquiátricas com Crianças e Adolescentes” (Ruane Prize for Child and Adolescent Psychiatry Research). Ele foi um líder na psiquiatria infantil por mais de 40 anos com seu trabalho em experimentos, pesquisas, aulas e políticas sociais na área da farmacologia, e por suas teorias sobre autismo e medicina social”, segundo o jornal Psychiatric News.
 
Pois é, até admitiram que são TEORIAS. A indústria médica está utilizando o pretexto de ajudar crianças para despersonalizar nossos filhos e desconectá-los de uma criação saudável e normal. Pais estão expondo seus filhos a essas drogas e sujeitando-os ao que o mundo tem a oferecer, quando na verdade tudo o que essas crianças buscam é seus pais, na esperança de ser a bênção que Deus quer que eles sejam.
 
Nos Estados Unidos, um em cada 10 meninos na faixa de 10 anos toma medicação para TDAH diariamente… e a tendência é de aumento. E com a ajuda das pesquisas do programa Teen Screen nas escolas públicas, estão tentando preparar o estudante para o fracasso.
A psicóloga americana Lisa Cosgrove e outros profissionais revelam os fatos em seu estudo Financial Ties between DSM-IV Panel Members and the Pharmaceutical Industry (Ligações Financeiras entre os Grupos de Trabalho do DSM-IV e a Indústria Farmacêutica) [DSM-IV é a 4º revisão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais da Associação Americana de Psiquiatria]. Eles descobriram que “Dos 170 membros do comitê, 95 (56%) tinham uma ou mais ligações financeiras com empresas da indústria farmacêutica. Cem por cento dos membros dos grupos de trabalho para ‘transtornos de humor’ e ‘esquizofrenia e outros distúrbios psicóticos’ tinham ligações financeiras com empresas farmacêuticas”.
E eles estão colhendo enormes benefícios dessa “doença fictícia”. Por exemplo, o diretor assistente da Unidade de Psicofarmacologia Pediátrica do Hospital Geral de Massachusetts e professor associado de psiquiatria na Faculdade de Medicina de Harvard recebeu “um milhão de dólares em rendimentos de empresas farmacêuticas entre 2000 e 2007”.
 
Marc-André Gagnon e Joel Lexchin, que há algum tempo pesquisam sobre publicidade farmacêutica, realizaram um estudo que mostra que a indústria farmacêutica americana gastou 24,4% das vendas em dólar em publicidade, contra 13,4% em pesquisa e desenvolvimento no ano de 2004. Isso é quase duas vezes mais dinheiro para empurrar suas drogas nas pessoas que para pesquisar e garantir que são seguras!
 
Isso levanta a seguinte questão: Será que essas drogas são seguras?
Veja você mesmo os alertas contidos nos remédios de tarja preta, e irá se impressionar com os efeitos colaterais listados na bula:
* Confusão
* Despersonalização
* Hostilidade
* Alucinações
* Reações maníacas
* Pensamentos suicidas
* Perda de consciência
* Delírios
* Sensação de embriaguez
* Abuso de álcool
* Pensamentos homicidas
 
Por que algum pai iria submeter seus filhos a drogas com efeitos colaterais tão perigosos?
O Dr. Edward C. Hamlyn, membro fundador do Colégio Real de Clínicos Gerais da Grã-Bretanha, afirmou em 1998 que “o TDAH é uma fraude cuja intenção é justificar a iniciação das crianças a uma vida de vício em drogas”.
 
O “déficit de atenção” está na responsabilidade dos pais, não na criança. A Bíblia nos diz que o cabe aos pais ensinar “a criança no caminho em que deve andar, e mesmo quando for idosa não se desviará dele!” (Provérbios 22:6 KJA), e não o contrário.
Tradução: Luis Gustavo Gentil

Do WND:
Father of ADHD calls himself a liar
 
 
 
 
 
 
A verdade vem a tona sempre!
cuide de seu filho com Amor e atenção,
é do que ele precisa, não de medicamentos!
Que Deus, nos proteja de tanta mentira!
Um abraço de Luz Dourada!
 
 
Silvia Fleury
 
Prof. EMF - Malha > Campo Eletromagnético
 
 
 
Fone: (11) 98429 7035
 
 
 

           


 

 

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