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FESTIVAL DE WESAK
 
 
O Festival de Wesak - Também conhecido como o Festival da Iluminação é o Festival de Budha, o intermediário entre o Centro Espiritual mais elevado, Shambala, e a hierarquia. Buda personifica a expressão da Sabedoria de Deus, da Luz, é Indicador do Propósito Divino. É o grande Festival do Oriente e um dos mais importantes festivais da Lua Cheia. Este Festival ocorre quando o Sol está no signo de Touro. Wesak é uma festa da libertação do despertar e da transfiguração, a jornada de volta ao lar. Promove uma ponte entre a humanidade e espiritualidade, e o equilíbrio entre o Eu Inferior e Superior.
A Lua na Astrologia significa o inconsciente, o porão, como também, nossa ligação com o passado e emoções, quer sejam boas ou ruins. É através do signo lunar que descobrimos como reagimos frente às circunstâncias da vida, emocionalmente. Quando o grande luminar, o Sol, ilumina plenamente a Lua, é um indicativo de um alinhamento livre entre nosso Planeta - o Sol - e o "Centro Solar" a fonte de energia de toda nossa terra, e neste momento podemos iluminar as sombras.
Nesta fase de Plenilúnio podemos fazer uma aproximação mais definida com Deus e o Amor, Poder e Sabedoria, centralizados em nosso coração, representados pela chama trina que fica em evidência quando meditamos. É positivo que em toda Lua Cheia, pudéssemos nos alinhar com as forças cósmicas superiores através de nossos Mestres e anjos, como também da hierarquia da grande Fraternidade Branca, a fim de entrarmos em contato com a essência deste evento mensal.
O Festival de Wesak ocorrerá este ano no dia 22 de maio – Lua Cheia - às 07:02 no horário de Brasília (Brasil). É neste dia que se deve fazer a meditação. Não é necessário que se faça a meditação no horário exato da entrada da Lua Cheia, no entanto, toda reunião é um compromisso com o Plano Espiritual, e deve ser feita de forma alegre a amorosa e com disciplina e responsabilidade, por isto é bom marcar um horário padrão para a meditação.
 
 
Como Meditar-
Como toda meditação, o importante é colocarmos o coração e aliarmos conhecimentos conforme formos progredindo. Em seguida relaxar e entrar em contato com a respiração de forma consciente. Na meditação da Lua Cheia é aconselhável que o condutor estude com mais profundidade sobre estes rituais. Caso faça sozinho, procure relaxar e captar as energias benéficas do momento consciente, pois vários grupos em todo o mundo estarão vibrando junto a você.
A Grande Invocação deve ser feita em todos os rituais da Lua Cheia. (O condutor da meditação deve falar em voz alta e pausada cada frase, afim de que os membros do grupo repitam. Pode-se utilizar uma sineta para que os participantes saibam quando o condutor falará algo que deve ser repetido).
 
"A Grande Invocação"
 
Do ponto de luz na mente de Deus
Flui luz às mentes dos homens.
A luz desce à Terra.
Do ponto de Amor no coração de Deus
Flui amor aos corações dos homens.
O Cristo está na Terra.
Do centro onde a vontade de Deus é conhecida
Guia o propósito das pequenas vontades dos homens, o propósito que os Mestres conhecem e servem.
Do centro a que chamamos raça dos homens,
Desenvolve-se o plano de Amor e Luz.
E fecha-se, para sempre, a porta onde mora o mal.
A Luz, o Amor e o Poder restabelecem seu plano na Terra.
 
Meditação -
Coloque um CD com o mantra OM, ou o condutor deve começar a mantrar para que o grupo repita o OM por 21 vezes seguidas.
Condutor:
- Entre em contato com seu EU DIVINO, sua Presença EU SOU, mentalize a Chama Trina (ROSA- Representando o AMOR - do lado esquerdo do coração, AMARELO -Representando a Sabedoria - no centro e AZUL- Representando o Poder - do lado direito do coração. Estas cores devem ser mentalizadas entrelaçadas, símbolo em forma de uma Chama).
- Vamos entrar em sintonia com os Mestres Ascensionais e toda a Grande Fraternidade Branca... (deixar passar algum tempo)... Agora entremos em sintonia com a Luz do Cristo e de Buda, senhor do Mundo... (deixar passar um tempo).
- Agora imagine uma ponte dourada, onde subimos até chegarmos em outra dimensão, (faça isto lentamente). Onde faremos uma ligação com o Plano Espiritual.
- Lá chegando, encontramos uma série de seres etéreos conosco: Mestres, anjos, seres que como nós procuram uma sintonia com a luz.
- Agora vemos o Cristo e Buda em frente a um grande cálice de luz, contendo energias cósmicas. E a medida que essas energias convergem para o cálice, elas são distribuídas para toda a humanidade e toda a natureza. (Dar um tempo).
- Sentimos que um raio, dessa luz que transborda do cálice, vem até nós e nesse momento. Sentimos que a luz cósmica que vem da mente do Cristo e de Buda processam em nós uma limpeza em nossos corpos inferiores e físico, eliminando impulsos de natureza destrutiva e obscuros, de dentro de nosso corpo etérico, emoções, encantamentos negativos e repressões do nosso corpo astral, padrões mentais negativos e limitativos, além dos pensamentos desordenados de nosso corpo mental.
- Feito isso, permanecemos na luz do nosso conhecimento espiritual.
- Irradiemos, junto ao cálice sagrado, amor, compaixão, fraternidade a todo Planeta. E vemos esta luz dirigindo-se em todos os cantos do Planeta, pessoas, animais e natureza. Vemos a Luz da Paz e harmonia chegar em todos os dirigentes de todas as nações.
O Condutor deve falar depois:
- A Meditação, semente do mês - Transformar desejos em aspirações (pode-se, aqui, conforme os estudos forem progredindo, de acordo com as luas, encontrar o ponto de equilíbrio delas e tornar um atributo em meditação semente).
- Meditemos sobre nossos desejos e procuremos, durante 1 mês, transformá-los em aspirações.
- Procuremos identificar desejos de aspirações. O que é um querer compulsivo de uma aspiração positiva.
OM (repetir o OM uma vez)
E na seqüência repetir a GRANDE INVOCAÇÃO
 
(Esta meditação pode variar de acordo com o condutor)
Meditação adaptada do Livro "Sinfonia do Zodíaco" - por Serena Salgado.
 

 

 

 

 
 
CONTEMPLE O FESTIVAL DE WESAK NO YOUTUBE:
http://www.youtube.com/watch?v=Woa8mmUiWE0

Festivais da Lua Cheia

O Zodíaco representa um sistema de referencia cósmico, o qual nos coloca em contato com as energias de cada signo. Essas forças brotam continuamente, trazendo a pura Energia Cósmica. Todos temos essas doze energias representadas em nossos mapas astrológicos, mas a cada mês, especialmente na ocasião da Lua Cheia, essas qualidades fluem em maior quantidade para a Terra e para a Humanidade, estimulando toda a vida no planeta. Para as antigas tradições, na Lua Cheia ocorre uma transmissão de energia do plano espiritual para a humanidade, que apresenta um efeito especial no nosso desenvolvimento, de acordo com o signo do Zodíaco no qual se situa o Sol na época.

Segundo Alice Bailey, as meditações da Lua Cheia deverão ocupar um lugar especial na nova religião do mundo. Segundo seus escritos transmitidos pelos Mestres da Sabedoria, devemos realizar cerimônias ritualísticas nestas ocasiões, buscando a harmonização da humanidade.

Durante este ano temos três grandes festivais que ocorrerão em meses sucessivos. São eles:

- o Festival da Páscoa, em abril

- o Festival de Wesak, em maio

- o Festival da Boa Vontade em junho.

No seu livro "A Manifestação da Hierarquia Espiritual", Alice Bailey assevera que esses três grandes festivais, concentrados em três meses consecutivos, acarretam um esforço e uma atividade espiritual prolongada, com o poder de afetar o restante do ano. E cada um deles tem um significado próprio:

O FESTIVAL DA PÁSCOA: esta é a festa do Cristo Vivo, do Mestre de todos os homens e do Chefe da Hierarquia Espiritual. Nesse dia se enfatizará a natureza do Amor Divino. Esta festa é sempre determinada pela data da primeira Lua Cheia da Primavera (Hemisfério Norte): é a grande festa cristã do Ocidente.

O FESTIVAL DE WESAK: esta é a festa de Buda, a expressão da Sabedoria de Deus, a Personificação da Luz e Proclamador dos Propósitos Divinos. Esse festival ocorre na Lua Cheia de maio, que na Índia, Nepal e Ceilão e chamado de Wesak. É o grande Festival do Oriente.

O FESTIVAL DA BOA VONTADE: esta é a festa do Espírito de Humanidade, que anseia por Deus e tenta estar em harmonia com a Vontade Divina; ela é dedicada à expressão das relações humanas verdadeiras. A data deste festival será fixada na Lua Cheia de junho. Trata-se de um dia onde é reconhecida a natureza espiritual e divina da Humanidade. Tempo virá em que todos os três Festivais serão realizados simultaneamente em todo o mundo e por meio deles será alcançada uma unicidade espiritual.

As luas cheias restantes não desfrutam da mesma magnitude, mas também têm a sua importância espiritual, pois estabelecem os Atributos Divinos na consciência do homem, enquanto que os festivais maiores estabelecem os três Aspectos Divinos.

Podemos nos sintonizar com esses momentos especiais através da meditação ou de rituais apropriados. Para facilitar, colocamos em seguida a tônica de cada meditação nas três principais Luas Cheias:

Festival da Páscoa – Ressurreição e Recomeço;

Festival de Wesak – Iluminação e Doação;

Festival da Boa Vontade – Amor e União.

Nos outros plenilúnios, devemos seguir o pensamento-semente de cada signo envolvido como tema para a meditação.

Entre em sintonia com essa vibração em sua casa.
Namaste
Silvia e Tony Fleury
11  8429 7035

http://www.youtube.com/watch?v=8zFosYH61zQ      Veja mais neste site.

 

 

 A lua cheia -28 de abril 2010 será a Comemoração, faça a sua sintonia.

 

Na Lua Cheia de Wesak acontece a Bênção Espiritual anual do Grande Buda Dourado. Imagine o plano espiritual que acompanha ao Buda penetrando no planeta Terra, e na sua alma, e cada um de seus átomos, moléculas, células, órgãos, sistemas. A cada dia após a Lua Nova, tudo mais inundado do Buda amoroso, ligado e presente... Desfrute-o, delicia divina! Aaaaaaaaaaa. .. aaaaaaaaa... aaaaaaa  OM

 

Enquanto o Sol transita pelo signo de Touro recebemos a graça de poder ancorar nossa alma e tomar consciência de nossos corpos. Momento de ficar presente e belo.

 

Que o Amor e Sabedoria do Buda penetre em cada um agraciando com consciência, domínio de si e sensibilidade para o Belo e as Artes da Vida.

 

A Lenda de Wesak

 

pelo  Mestre Tibetano Djhal Khul, Alice A. Bailey, Torkom Saraydariam, C.W. Leadbeater

 

O Festival se leva a cabo anualmente, no momento do plenilúnio de Touro, quando se transmite à Terra a bendição de Deus por intermédio de Buda e de Seu irmão, o Cristo.

 

Paralelamente ao acontecimento espiritual interno, tem lugar a cerimônia física externa, em um pequeno *vale do Tibet, nos Himalaias*. O sonho, lenda ou acontecimento pode ser descrito como segue: Existe um vale situado ao pé dos Himalaias tibetanos, a uma altura bastante elevada, rodeada por montanhas exceto para o nordeste, onde existe uma estreita abertura. O vale tem forma de uma garrafa com o pescoço para o nordeste, abrindo-se para o sul. No extremo norte próximo da abertura há uma grande rocha plana. Não há árvores, nem arbustos no vale, esta coberto por um tapete de grama dura. As ladeiras das montanhas sim se encontram apinhadas de árvores.

 

No momento  do *plenilúnio da Lua Cheia em Escorpião, Sol em Touro* começam a chegar peregrinos, homens santos e lamas que se aproximam ocupando a parte sul e central, deixando o extremo nordeste relativamente livre. Ali, segundo reza a lenda, se congrega um grupo de Grandes Seres que são na Terra os guardiões do Plano de Deus para nosso planeta e para a humanidade.  Com sua sabedoria, amor e conhecimento forma uma muralha protetora para nossa raça, tratando de nos guiar da escuridão à luz, do irreal ao real, e da morte à imortalidade. Este grupo de conhecedores da divindade, se situa nos confins do vale em círculos concêntricos, de acordo ao grau de desenvolvimento iniciático, preparando-se  para um grande Ato de Serviço.

 

Diante da rocha olhando para o nordeste, se acham em níveis etéreos, esses Seres denominados "*os  Três Grandes Senhores*": o *Cristo*, que se situa no centro; o Senhor das formas viventes, o *Manú*, que se situa à direita; e o Senhor da Civilização, o Mestre *Rakoczi*, que se acha à sua esquerda. Sobre a rocha descansa um pote de cristal cheio de água.

 

Atrás do grupo de Mestres, Adeptos, iniciados e trabalhadores avançados no Plano de Deus, se situam os discípulos e aspirantes do mundo em seus diversos graus e grupos, os que constituem nesta época o Novo Grupo de Servidores do Mundo. Alguns estão presentes em corpo físico e chegam por meios comuns, outros se acham presentes em seus corpos espirituais e em estado de sonho.

 

*Ao aproximar-se o momento de plenilúnio da Lua Cheia*, se produz uma quietude entre a multidão e todos olham para o nordeste. *A um sinal dado, os Grandes Seres formam três círculos concêntricos e começam a cantar. Quando o cântico se aprofunda e ganha mais ritmo, os Visitantes etéreos se materializam e uma figura gloriosa se torna visível no centro dos círculos. O chamam com vários nomes: Senhor Maytreia, Bodhisattva, Cristo, Senhor da Paz e do  Amor; é o Mestre de todos os Mestres que formam a Hierarquia Planetária para levar a cabo a finalidade divina deste planeta.*

 

O *Cristo* aparece vestido com um *manto branco puro*, Seu cabelo lhe cai pelos ombros em ondas. Tem o Cetro do Poder em Sua Mão que lhe deu o Ancião dos Dias para esta ocasião. Nenhum Mestre pode toca-lo salvo o Cristo, O mestre do todos os Mestres. Em cada extremo deste Cetro de Poder há uma grande empunhadura de diamante que irradia uma aura azul e alaranjada de grande beleza. Os Iniciados que estão nos três círculos se põe em frente a Ele no centro e quando Ele se torna mais visível, todos Eles se inclinam e cantam um mantra de saudação e afirmação.

 

Logo estes círculos se convertem em um círculo só e uma cruz, em cujo centro está o Cristo. Aqui novamente o cântico comove os corações e as almas dos presentes e descem mais alegria, paz e bendição sobre a multidão.

 

O próximo movimento é o triângulo dentro do círculo , em cujo ápice está o Cristo. Está de pé, próximo da pedra e coloca o Cetro de Poder sobre ela. Na pedra o pote de cristal se vê com ornamentos dourados e guirlandas de flores de loto cobrem a rocha e caem dos cantos.

 

Depois Eles realizam outro movimento que é um triângulo com três ovais que se entrelaçam no centro do mesmo, de onde está o Cristo. O movimento seguinte é uma estrela de seis pontas e logo a estrela do Cristo: o pentagrama, ou estrela de cinco pontas. Aqui o Cristo está no ápice, próximo da pedra; a sua direita o *Manú*, à sua esquerda o *Mestre Rakoczi*, um Grande Ser no centro e outros Grandes nas pontas inferiores da Estrela.

 

*Estão  presentes os regentes de todos os tipos de energia: os Mestres Morya, Koot Humi, o Veneciano, Serapis, Hilarión, Jesus e Iniciados, discípulos e aspirantes espirituais; e aqui o cântico cria grande tensão na multidão e o Cristo tomando o  Cetro de Poder da pedra, o levanta e diz:*

 

"Pronto, Senhor vem..."

 

Logo, põe novamente seu  Cetro de Poder sobre a pedra durante uns poucos momentos antes da Lua Cheia e os olhos de todos os presentes se voltam para a pedra. A expectativa da multidão aumenta e a tensão é maior e cresce constantemente. Através da multidão parece sentir-se um estímulo ou vibração potente que tem o efeito de despertar as almas dos presentes, fusionando e unificando ao grupo, elevando a todos e realizando-se um grande ato de procura, ansiedade e expectativa espiritual. É a culminação da aspiração do mundo que se acha enfocada neste grupo expectante.

 

Poucos minutos antes da hora exata, em que tem lugar o Plenilúnio, se divisa ao longe um pequeno ponto de luz no céu, que ao aproximar-se vai se transformando em uma nítida silhueta, que adquire a forma de Buda sentado em sua clássica posição de loto, envolto em Seu manto cor açafrão, banhado em luz e cor. Sua mão direita levantada em bendição. Quando Ele chega a um ponto sobre a pedra,  Cristo entoa A Grande Invocação e todos os presentes caem prostrados tocando a Terra com suas frontes

 

Esta Grande Invocação cria uma estupenda energia que inunda os corações dos aspirantes, discípulos e Iniciados e chega a Deus. Este é o momento mais sagrado do ano, o momento em que a humanidade  e a divindade fazem contato. No momento exato da Lua Cheia, o Buda passa ao Cristo a energia do primeiro raio - Vontade - que Cristo recebe e muda em Vontade ao Bem.

 

*Cristo* é o grande celebrante, estende Suas mãos, toma o pote, e o levanta sobre Sua cabeça e logo o põe de novo sobre a pedra. Então, os Mestres cantam hinos sagrados e o Buda, o Grande Iluminado, depois de bendizer a multidão desaparece lentamente no espaço.

 

Todo o cerimonial da bendição, desde que *Buda* aparece ao longe, até o momento em que desaparece dura só 8 minutos. O sacrifício anual que realiza Buda pela humanidade foi concluído, retornando novamente a esse alto onde trabalha e espera.

 

O Senhor  *Buda* possui sua especial modalidade de energia que derrama ao benzer ao mundo. Esta benção é maravilhosamente excepcional, por sua autoridade e categoria pois Buda tem acesso aos planos da natureza que não se encontram ao alcance da humanidade e por tanto, pode transmutar  e transferir a nosso plano a energia dos planos superiores. Sem a mediação de Buda, esta energia não seria aproveitável pois sua vibração é muito elevada e não é impossível percebe-la nos planos físicos, emocional e mental. Assim a energia que Buda difunde por sua benção encontra dessa maneira canais por onde circular, levando alento e paz aos capazes de recebê-la.

 

Ano trás ano, Buda regressa para dar a benção e tem lugar a mesma cerimônia. Cada ano Ele e Seu irmão o Cristo trabalham em intima colaboração para benefício espiritual da humanidade. Nestes dos grandes Filhos de Deus se concentraram dois aspectos da Vida Divina. Através de Buda flui a Sabedoria de Deus, através do Cristo o Amor de Deus se manifesta à humanidade, derramando-se sobre ela no caso da Lua Cheia de Touro.

 

Nesse momento são possíveis grandes expansões de consciência. Os discípulos e Iniciados de todas as partes podem ser ajudados e estimulados espiritualmente a fim de permitir ao homem, penetrar conscientemente nos mistérios do Reino de Deus.

 

Seguindo com a lenda, quando o Buda desaparece, a multidão se põe de pé e Cristo distribui a água benta aos Iniciados e a todos os que estão presentes no vale. Esta maravilhosa "cerimônia da comunhão da água" nos insinua simbolicamente, que a Nova Era está já sobre nós, a de Aquário, a do "Portador de Água". A água magnetizada pela presença de Buda e Cristo, contem certas propriedades curativas. Depois da benção, a multidão se dispersa silenciosamente, encaminhando- se para seus lugares de serviço.

 

Tal é a lenda detrás deste Festival, e também, tal é a realidade se nos atrevemos crê-la se nossas mentes estão suficientemente abertas e nossos corações suficientemente  expectantes, como para reconhecer sua possibilidade. Esta idéia requer que ajustemos algumas de nossas mais caras crenças . Mas, se pode ser captada e compreendida, surgirá em nossa consciência a possibilidade de que a raça seja consciente de sua própria divindade, podendo desenvolver uma Ciência de Aproximação às forças da Vida e Verdades mais profundas que ainda se acham ocultas.

 

Homens e mulheres do mundo guiados em uníssono por Buda, que trouxe a Luz do  Oriente e por Cristo, que revelou a Luz ao ocidente, podem demandar e evocar uma bendição e revelação espiritual tão intensas que em um futuro imediato se possa demonstrar o que tanto aspira a humanidade: "paz na Terra e boa  vontade entre os homens". Dessa maneira podemos introduzir uma era de fraternidade e compreensão que permitirá ao homem dispor de tempo para que se dedique a buscar a Deus por si mesmo.

 

Texto: versão livre  de vários autores: Alice A. Bailey, Torkom Saraydariam, C.W. Leadbeater

 

*Modo  de  participar  no  Festival  Wesak:*

 

Mediante o jejum, a oração e eventualmente a meditação grupal com o delineiam, Deixar penetrar a luz, recitar tantas vezes quanto seja possível a Grande Invocação, os dois dias prévios, o  dia do Festival e durante os dois dias posteriores. O programa mínimo é recita-la ao amanhecer, ao meio dia, às cinco da tarde, ao anoitecer e no momento exato do Plenilúnio que marca o ponto culminante. Ninguém é demasiado insignificante para prestar serviço, pois a totalidade das veementes aspirações trará benção. Todos podemos fazer algo para terminar com o atual estado de coisas, e introduzir um período de paz e de boa vontade no mundo.

 

No Festival  Wesak... "se tenta levar a cabo um esforço grupal de tal magnitude que no momento exato produzirá, devido a seu acrescentado impulso, um arranque magnético que chegará até essas vidas que protegem à humanidade e a nossa civilização e trabalham através dos Mestres de Sabedoria e da Hierarquia aí reunidas. Este esforço grupal evocará dEles um impulso magnético de respostas que unirá por meio dos grupos de aspirantes, as influentes Forças Benéficas. O esforço concentrado destes grupos (que constituem  subjetivamente um só grupo) liberará una onda de luz, inspiração e revelação espirituais de tal magnitude, que produzirá marcadas mudanças na consciência humana e melhorará as condições deste mundo necessitado. Os homens se abriram os olhos a estas realidades fundamentais, ainda vagamente percebidas pelo público pensante...

 

Se isto se leva a cabo, com êxito e inteligentemente, será possível iniciar uma nova relação entre a hierarquia e o gênero humano . Dito esforço poderia, e esperemos que assim seja, marca o começo de um novo tipo de trabalho de mediação - trabalho levado a cabo atualmente por um grupo de Servidores salvadores que treinam para estabelecer  esse grupo que oportunamente salvará o mundo.

 

Grande parte do trunfo deste esforço dependerá da captação intelectual dos membros do Novo Grupo de Servidores do Mundo, a respeito da técnica implicada. Também dependerá de sua determinação em aceitar a idéia da oportunidade oferecida em cada período de Lua Cheia e da decisão de trabalhar nas linhas já indicadas."

 

Mestre Tibetano Djhal Khul

 

Cada ano, mais e mais pessoas de orientação espiritual estão reconhecendo a importância dos três Festivais espirituais principais, de *Áries, Touro e Gêmeos,* como constituintes de um fluxo unido de energias que afetam a consciência humana. A Páscoa, ou o Festival do Cristo Ressuscitado, é seguido do Festival da Lua Cheia de Wesak, ou Festival de Buda. Ambos se fundem com  a energia da inteligência da raça humana durante o terceiro Festival de Gêminis, culminando no Dia Mundial de Invocação. Durante este período de Lua Cheia, a atenção se centra sobre Wesak, ou Festival de Buda.

 

Este Festival assinala o momento de máxima bendição espiritual no mundo. É uma época de uma chegada inusual de vida e de estimulação espiritual e serve para vitalizar a aspiração de todos.

 

 *A Grande Invocação

 

Desde o ponto de Luz na Mente de Deus,

 

Que aflua luz às mentes dos homens.

 

Que a Luz desça à Terra.

 

Desde o ponto de Amor no Coração de Deus,

 

Que aflua amor aos corações dos homens.

 

Que o Cristo retorne à Terra.

 

Desde o centro onde a Vontade de Deus é conhecida,

 

Que o propósito guie as pequenas vontades dos homens -

 

O propósito que os Mestres conhecem e a que servem.

 

Desde o centro a que chamamos raça dos homens,

 

Que se cumpra o Plano de Amor e Luz,

 

E que se sele a porta onde mora o mal.

 

Que a Luz, o Amor e o Poder restabeleçam o Plano na Terra.

 

Instituto da Ascensão-Porto Alegre/RS - Brasil

Celebração do Festival de VESAK

A Celebração do Festival de Vesak – o Festival de Buda, o maior dos doze Festivais Planetários do ano, acontece todos os anos na lua cheia do signo zodiacal de Touro. Normalmente ocorre no mês de Maio, mas pode ser em Abril, ocasionalmente, porque o signo de Touro engloba, grosso modo, a última semana de Abril e as primeiras semanas de Maio. Em 2008 a lua cheia será no dia 19 de Maio, segunda-feira, plenilúnio às 23h12min (horário de Brasília).

Nesse dia da lua cheia, a cada ano, grupos de pessoas em todo o mundo, oriental e ocidental, se reúnem para saudar e homenagear Sidharta Gautama, o Buda Sakyamuni, o Buda Histórico, a vertente da qual se originaram todas as linhas e tradições milenares do conhecimento, sabedoria e práticas budistas.

Cada grupo reunido pode celebrar esse momento não apenas com este propósito, mas também para oferecer esforços em prol da Fraternidade e da Paz Mundial, agradecendo o honrando a Mãe Terra Gaia, atraindo e congregando às forças de grupo vários Seres de Luz da Hierarquia Espiritual, conforme o objetivo da cerimônia, que não precisa observar uma ritualística exclusiva. Quanto mais próxima dos princípios originais milenares da Celebração, melhores e mais sensíveis auspícios serão conseguidos de bênçãos de Luz, Amor, Sabedoria.

Como Vesak também é um tempo de reconciliação, pode-se promover a reflexão sobre a caminhada e o propósito de cada um, absorvendo as energias redentoras e de revigoramento vertidas pelo Buda nesse momento, propiciando mudanças e crescimento ascensional, principalmente se forem lidas passagens do Dharma transmitido pelo Buda, como por exemplo, o grande Sermão das Quatro Verdades Nobres e da Nobre Senda Óctupla.

A Consciência de Vesak

Nessa ocasião, o Buda é a mais perfeita expressão do aspecto Sabedoria de Deus. Ele é a incorporação da Luz e do Propósito Divinos. Junto com o Senhor Maitreya, manifesta-se o aspecto divino de Cristo/Buda - Amor/Sabedoria.

A qualidade de energia que prevalece nessa época é a Força da Iluminação, que emana diretamente do coração de Deus. Esse é um tempo de iluminação e de enormes bênçãos aos Discípulos e Iniciados, à toda Humanidade e à Mãe Terra, e para a formação do Novo Grupo de Servidores Mundiais.

Vesak, também, é um tempo de reconciliação, de reflexão sobre o que se quer mudar, desapegar, renunciar, redirecionar na vida, o que se quer harmonizar, sobre fortalecer metas, propósitos, vontade e disciplina, também de colocar-se a serviço, ou de apenas receber a energia amorosa e sábia vertida nesse momento e absorver redenção e revigoramento.

Vesak, ainda, é a época de iniciações dadas aos Discípulos e Iniciados pelo Senhor Buda, pelo Senhor Maitreya, e também pelo Senhor Melchizedek.

Nos planos internos, o Festival de Vesak foi idealizado para cobrir cinco dias.

Nos dois dias antes da lua cheia, chamados de dias de preparação, ou "dias de renúncia e de desapego", deve-se manter atitude de dedicação e de serviço e estar receptivo para aquilo que a alma escolher comunicar, o que tornará as pessoas úteis para a Hierarquia.

No dia do Festival, na lua cheia, chamado de "dia de salvaguarda", deve-se estar firme na Luz. Não se deve perguntar o que vai acontecer, tampouco procurar por resultados, ou efeitos tangíveis. É o "dia do silêncio", o silêncio e paz interiores a serem mantidos inquebráveis, um dia de serviços esotéricos e de completa intenção em benefício das necessidades da humanidade.

Nos dois dias após, chamados de "dias de distribuição", é quando o foco e a atenção são fortemente dirigidos de cada um, do plano subjetivo interno, para o mundo exterior, e os esforços são os de passar por essa quantidade de energia espiritual e de repassar o que tenha sido absorvido.

 

 

Preparação e foco

Nessa época, cada pessoa deve preparar-se para uma experiência Sagrada e Santificada, refletindo sobre o sentido do Vesak, pedindo que as bênçãos do Buda, do Cristo Planetário, do Mahachoan e do Manu recaiam sobre si.

Significam dias de intenso esforço de serviço, levando a uma renúncia a tudo o que possa impedir a utilidade das pessoas como canais puros e de mentes libertas para a força espiritual.

Significa que devido à preparação e empenho elevados, as pessoas tornem-se os recipientes, os custodiares e os distribuidores do influxo de extraordinárias forças espirituais.

O principal requisito para isso é uma purificação preparatória de ao menos uma semana, disciplina, concentração e foco, e uma semana depois.

Se você tiver fé sobre o que está recebendo aqui, fé impermeável no trabalho do Espírito de Deus e na divindade do homem, então esqueça de si mesmo por esses momentos e concentre esforços a partir do momento em que receber esta comunicação, para a tarefa de cooperação no esforço do aumento do espírito do Cristo-Buda-Melchizedek no mundo!

Instituto da Ascensão-Porto Alegre/RS - Brasil

O sentido esotérico de Vesak
O Observador Silencioso, essa grande Entidade que dá forma à vida, trabalha através do seu representante no plano físico, Sanat Kumara, que sustenta o mundo em sua aura. Uma vez por ano, no Festival de Vesak, o Senhor Buda, autorizado pelo Senhor do Mundo, conduz uma dupla corrente de força para a humanidade, emanada do Observador Silencioso e suplementada pela energia do Senhor do Mundo. Essa energia dual ele despeja em bênçãos sobre as pessoas reunidas na cerimônia nos Himalaias, e deles para todas as pessoas, línguas e raças.

Uma das razões para isso foi o desejo da Hierarquia de chamar a atenção do público para os dois Avatares, o Buda e o Cristo, ambos do raio do Amor-Sabedoria, que vieram como avatares humano-divinos e de incorporarem em si mesmos certos Princípios Cósmicos e dar-lhes forma. Buda incorpora o Princípio da Luz, e por causa dessa iluminação a humanidade foi capaz de reconhecer o Cristo, que incorpora o Princípio do Amor. Esses dois juntos representam um Todo Perfeito. A segunda razão foi para iniciar o tema da nova religião mundial, que subordinará todas as observâncias religiosas, vai fornecer as chaves de todos os processos de cura e usando Luz, cientificamente, vai governar todas as técnicas, trazendo consciência de unidade e relacionamento entre o homem e sua alma e entre a humanidade e a Hierarquia. A importância do Festival de Vesak, esotericamente, é que fornece a chave para a porta aberta entre Shambala e a Hierarquia, entre o propósito de Deus e o método de Deus, que é Amor; fornece também a ligação entre o Buda, temporariamente personificando Vontade-Sabedoria, e o Cristo, personificando Amor-Sabedoria, e também entre a humanidade focada em consciência através do Cristo, e a Hierarquia, focada em consciência através de Buda.

Por um momento Buda nos recorda que Deus sempre ama; que Ele está consciente do Seu povo; que o coração do universo é de uma compaixão inalterável e que o homem não está sozinho. Para tal reconhecimento e tornar esse aparecimento possível, um vivo Triângulo de Energia é criado e focalizado através de quatro grandes individualidades espirituais, conhecidos por aqueles de qualquer fé e de todas as nacionalidades:

O Senhor do Mundo, o Ancião de Dias, Sanat Kumara, e Melchizedek, o Eterno Senhor da Luz; O Buda, O Iluminado, o Revelador da Luz e da Sabedoria, que chega a nós de fonte muita além da nossa vida planetária; O Cristo, o Filho do Pai, o Salvador do Mundo, o Libertador, ele que permaneceu conosco e que está reunindo seu rebanho.

O Buda exerce uma função especial nessa época de Vesak, como um mediador interplanetário. Uma interação de ideais e de cooperação acontece entre o Senhor Buda e o Senhor Maitreya. Três Mestres de cada um dos grupos de Mestres dos Sete Raios, por sua vez, estabelecem uma cooperação mais próxima com esses Grandes Senhores. Essas forças espirituais são enfeixadas numa só para atuarem como um canal grupal de serviço no dia do Festival de Vesak e particularmente na hora exata da lua cheia.

Um chamado é emitido para toda a Hierarquia de Mestres de prepararem-se para um intenso "Mês Sagrado" de serviço acelerado e todos os Mestres dos Sete Raios, quaisquer que sejam seus serviços departamentais, imediatamente entram em cooperação e íntimo contato com os três Mestres nos seus respectivos raios, como intermediários dos raios. A Hierarquia de Mestres conclama os iniciados, discípulos e aspirantes, para cooperarem o mais que puderem no esforço intensivo de aumentar a receptividade da humanidade para as novas forças liberadas durante o mês de Maio.

Novamente estamos sendo chamados para essa intensiva cooperação. Os dois Grandes Senhores e a Hierarquia criam o que pode ser chamado de Alinhamento Planetário e o necessário canal pelo qual as energias extra-planetárias fluirão, ficando para os Discípulos do Mundo e para o Novo Grupo de Servidores Mundiais atuarem como meios transmissores e de comunicação entre os pensadores do mundo e o grupo espiritual de trabalhadores do plano interno. Temos então, a Hierarquia em profunda expectativa, formada pelo grupo dos dois Senhores, dos 21 Choans e dos Mestres dos Sete Raios; temos os Discípulos do Mundo e o Novo Grupo de Servidores Mundiais com a oportunidade de atuar como canais de transmissão, e também, o mundo dos homens esperando em ansiosa expectativa pela oportunidade deste evento.

A cerimônia original de Vesak
O lugar é um vale rodeado de colinas, uma região silvestre e inabitada ao norte dos Himalaias, por onde corre um riacho, junto à montanha Kailash, a mais sagrada dos Himalaias, não longe da fronteira do Nepal, talvez a uns 640 quilômetros a oeste da cidade de Lhasa. Ao centro dessa área há um enorme bloco de granito branco-cinzento, como um altar natural, que é coberto por formosas flores e uma enorme grinalda do sagrado lótus em cada um dos seus quatro ângulos. No seu centro é colocada uma magnífica tigela de ouro cinzelado, cheia de água.

Alguns dias antes, o local vai sendo povoado por grupos em tendas de estranho e tosco aspecto e se converte num animado acampamento. Na véspera do plenilúnio, todos os peregrinos tomam um banho especial, de caráter religioso, e lavam suas roupas em preparação para presenciar a cerimônia.

 

Instituto da Ascensão-Porto Alegre/RS - Brasil
Algumas horas antes do plenilúnio, os peregrinos se aglomeram e se sentam quieta e ordenadamente no solo, deixando largo espaço diante do altar natural. Geralmente participam vários Lamas que aproveitam o ensejo para palestras aos presentes. Uma hora antes do exato momento do plenilúnio, começam a chegar formas astrais, entre as quais membros da Fraternidade, e alguns se materializam para que possam ser vistos pelos peregrinos, que se ajoelham em suas presenças. Alguns desses Mestres e outros superiores aproveitam para conversar com seus discípulos.

Cerca de meia hora antes do plenilúnio, a um sinal do Mahachoan, todos os membros da Fraternidade se reúnem no espaço livre e se colocam em três amplos círculos. O círculo externo é composto por membros mais novos da Fraternidade e os oficiais superiores ocupam os círculos internos. Depois são cantados em idioma Pali alguns versículos das escrituras budistas, e ao terminar o canto materializa-se o Senhor Maitreya no centro do círculo, com o Cetro de Poder na mão. Esse belo símbolo é um centro ou fulcro físico para as energias vertidas pelo Logos Planetário, e que foi magnetizado por ele há milhões de anos quando pela primeira vez pôs a onda de vida humana em movimento ao redor de nossa cadeia de mundos. O Cetro de Poder é o sinal físico da concentração e atenção do Logos. Ele é transportado de planeta para planeta à medida que essa atenção se desloca, e onde ele se acha no momento é o palco central da evolução. Normalmente está aos cuidados do Senhor do Mundo, Sanat Kumara, em Shambala, e somente é dado ao Senhor Maitreya por ocasião do festival do plenilúnio de Vesak. Durante a cerimônia, somente o Senhor Maitreya o toca e maneja. É um cilindro de uns sessenta centímetros de comprimento por cinco de diâmetro, com um grosso diamante talhado em forma de esfera projetada em ponta cônica em cada extremidade, rodeado de uma aura de brilhante e transparente chama.

Então, são entoados mantras e cantos em linguagem Pali e os componentes dos círculos se movimentam formando sete figuras simbólicas diferentes, até formar-se uma estrela de cinco pontas diante do altar.

No exato momento do plenilúnio aparece o Senhor Buda no céu, no distante Nordeste, no início como uma pequenina estrela. A figura de Buda flutuando sobre as colinas vai assumindo enorme tamanho. Com as pernas cruzadas em posição lótus e com o braço erguido em bênçãos, vem vestido com um manto amarelo açafrão, circundado por uma vasta deslumbrante aura de esferas de vários matizes de luz.

Os membros da Fraternidade se inclinam com as mãos juntas e a multidão atrás se prosta, enquanto são entoados versículos ensinados pelo próprio Buda. A multidão se levanta e contempla a presença do Senhor enquanto a Fraternidade canta nobres palavras do Nahânangala Sutta. Um sorriso de inefável amor reluz no rosto do Senhor com sua mão direita erguida em bênção, enquanto uma chuva de flores cai sobre a multidão. Todos se inclinam e se prostam e a figura de Buda se desvanece lentamente no céu, enquanto a multidão prorrompe em exclamações de júbilo e louvor. Os membros da Fraternidade se aproximam do Senhor Maitreya por ordem de categoria e bebem um sorvo de água da concha de ouro, enquanto o povo sorve a sua e a leva para casa em seus singulares frascos de couro como água santa. A multidão festeja com mútuas congratulações e o povo leva para seus distantes lares uma inefável recordação da maravilhosa cerimônia.

Buda utiliza e absorve as forças do primeiro e do segundo raios, sustenta essas energias e as transmite para o Senhor Maitreya, que as repassa aos Ashrams dos Sete Choans para direcionarem sete vezes ao mundo e também à toda a Hierarquia Espiritual, Discípulos, Iniciados e Mestres do plano externo, e para o Grupo de Servidores Mundiais, como parte da Hierarquia Espiritual na Terra. Esse momento da aparição do Senhor Buda, de apenas oito minutos, o universo inteiro faz uma ligação unindo a humanidade com a Fonte da nossa criação, transmitindo suas Divinas Energias e Bênçãos Cósmicas.

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